Perfil do Estado
06 - Festa dos Reis Magos - Igarapé do Lago, Mazagão Velho e São Pedro dos Bois
10 - Festa de São Gonçalo - Mazagão Velho
20 - Festa de São Sebastião - Macacoari, Curiaú e Ilha Redonda
21 - Festa de São Benedito - Curiaú
Data móvel - Carnaval - A maior festa popular brasileira tem seu destaque também no Amapá: apresentação do Rei Momo e da Rainha do Carnaval; desfile das Escolas de Samba e Blocos Carnavalescos no Sambódromo; Na Segunda-feira Gorda há o tradicional "Futebol à Fantasia", times com fantasias tipicamente carnavalescas defrontam-se na Praça Nossa Senhora da Conceição; Na Terça-feira Gorda, a saída da "Banda", um dos maiores blocos de sujos do Norte; E na Quarta-feira de Cinzas, saem os blocos do formigueiro e do Caldeirão do Pavão.
19 - Festa de São José de Macapá - Festa em homenagem ao padroeiro da cidade: missas na Igreja de São José e na capela da Fortaleza de São José, novenários e procissões.
Data móvel - Marabaixo - sábado de aleluia (início do ciclo) - A festa do Marabaixo é a mais autêntica manifestação folclórica do Amapá e foi trazida por negros e escravos. Praticada principalmente nos bairros do Laguinho e Santa Rita, homenageia a Santíssima Trindade e o Divino Espírito Santo. Há missas e ladainhas e também seu lado profano, através da gengibirra (bebida feita com cachaça e gengibre), da dança e da música, normalmente improvisada, carregada de tristeza ou alegria, mas traduzindo os sentimentos e o dia-a-dia da comunidade. Ao som das caixas rusticamente confeccionadas na madeira cavada, os participantes, negros e mulatos, dançam ao redor dos tocadores, respondendo em coro o ladrão (versos tirados por um cantador), e onde, às vezes, surgem "desafios", com lances engraçados de improvisação. As festividades do Marabaixo se estendem por várias semanas, tendo seu ponto alto na derrubada dos mastros simbólicos (calendário específico).
25 - Festa do Dívino Espirito Santo - (Município de Amapá) Um mastro é levantado e as pessoas dançam em torno, ao som de caixas e tambores. Durante a festa são servidas certas iguarias típicas como: beijo-de-moça, quindim, rosquinha, beijus, mingau de banana e de farinha de tapioca, etc.
Todo o mês - Festa de Nossa Senhora da Piedade - (localidade de Igarapé do Lago) Na Vila de Igarapé do lago, a 85 km de Macapá, os habitantes, a maioriaformada por descendentes de escravos, realizam anualmente uma festa em homenagem à Nossa Senhora da Piedade. Inicia em junho e termina no início de julho.
Durante sua realização, segue-se uma estrutura ritualista: corte de mastro, novenas, missas, bailes populares, procissão da meia-lua, procissão fluvial, procissão pelas ruas da vila, e o ponto culminante, que é o batuque.
No Batuque, o morador mais antigo é chamado de "mantenedor", aquele que mantém a disciplina. Ele estabelece as "penas" para os foliões que não cumpriram alguma obrigação para com Nossa Senhora da Piedade. Os instrumentos usados no batuque são rústicos e fabricados por pessoas da própria comunidade, são três o tambores: o cupiúba, que é o maior; o macacaúba, um pouco menor; e o cajuna, que é o menor de todos; o ganzá, chamado também de taboqueira, feito de gomos de taboca cheios de sementes (tentos) para dar o som de chocalho; o rapador, outro instrumento feito de taboca que possui gomos escavados por fora onde o tocador provoca o som passando uma vareta sobre eles.
A estrutura dos ritos também é refletida no aparato das procissões: o estandarte branco com a imagem da Santa desenhada em azul é conduzido sempre por um dos mais antigos moradores. Seu mastro é enfeitado de plantas e fitas e faz evoluções seguido pela "lambada", uma cruz branca de 2 metros de altura, que representa a fé de Cristo e Maria. O traje das mulheres consiste em longas saias rodadas e coloridas, blusas estampadas e flores na cabeça como adorno. Dos homens, apenas o "mantenedor"usa roupa branca.
Durante o batuque, quarenta mulheres são tomadas como "bailantes", as escravas devotas de Nossa Senhora da Piedade, que dançam segurando a barra da saia, dando voltas e cantando o coro das músicas tiradas pelo cantador. No último dia, à meia-noite, a festa se encerra com um espetáculo pirotécnico.
Data móvel - Quadra Junina - Um dos meses mais movimentados da cidade, junho é todo marcado por apresentações de grupos folclóricos, quadrilhas, bois-bumbás, encenados nas diversas praças públicas, bairros da cidade, e principalmente no Sambódromo, onde é promovido o mais disputado concurso de quadrilhas.
Como maior incentivo, as escolas e associações promovem concursos de cartazes e arraiais com venda de comidas típicas da época.
05 - Festividades de N. Sra. Das Neves - Município de Macapá
10 - Festividades de N. Sra. Das Graças - Município de Oiapoque
16 - Festa de São Roque - Localidade de Ambé
20 - Festa de São Raimundo - Localidade de São Pedro dos Bois
24 - Festa de São Bartolomeu - Município de Mazagão Velho
24 - Festa do Divino Espírito Santo - Município de Mazagão Velho
09 a 19 - Festa de São Joaquim - No dia 9 de agosto, à noite os "rezadores" e músicos convocam os devotos para irem à igreja: a convocação dos fiéis, feita através da folia, dura 15 minutos e é realizada pelo mestre-sala.
Um tambor, comprido e leve, feito de madeira e couro de sucuriju (espécie de cobra da região) também faz a marcação da folia. Outros instrumentos ajudam a manter o ritmo: dois pandeiros, feitos com madeira do cacaueiro e pele de carneiro ou bode; duas tabocas fechadas nas extremidades, cheias de sementes (tentos), exercem a função de xeque-xeque; quatro reco-recos, também feitos de taboca; e por fim, dias violas de cinco cordas.
Todos os dias, durante a festa, ocorre a folia e a ladainha. Em latim, a ladainha é rezada pelo mestre-sala e seu ajudante e respondida em coro pelos assitentes. O batuque do Curiaú começa logo após a folia. O ritmo estonteante dos seculares tambores chamados de "macacos"(porque são feitos do tronco de macacaueiro e de couro de animal) espalham-se pelo salão do Centro comunitário.
Uma fogueira fica permanentemente acesa com a missão de esquentar o couro dos instrumentos. São dois os "macacos": um de repinicar e outro chamado amassador. Existem também três pandeiros feitos com madeira do cacaueiro e couro de carneiro ou de sucuriju.
Feito do tronco de uma árvore de Jacaraúba, o mastro da festa de São Joaquim existe há mais de um século. Todo ano é repintado de branco com espirais azuis e nele hasteada a bandeira branca bordada com a coroa do santo.
11 - Festividade de Nossa Senhora do Carmo (Marabaixo) - Localidade de Maruanum
Data móvel - Círio de Nossa Senhora de Nazaré - Município de Macapá
Data móvel - Festa de Nossa Senhora Aparecida - (ultimo domingo) - Município de Macapá
30 - Festa do Turé - Festa Indígena da área do Uaça - Município de Oiapoque
03 - Cirio de Nossa Senhora de Nazaré - Município de Amapá
Data móvel - Encontro dos Tambores - (Município de Macapá) O encontro reúne os grupos remanescentes de populações negras, com finalidade de reforçar as raízes e identidades, unindo diversas linguagensmusicais. Também coloca em discussão os problemas dasdiversascomunidades negras. Como a cultura amapaense é calcada principalmente nos costumes negros, é uma grande oportunidade para assistir às apresentações dos mais diversos segmentos da arte afro-brasileira: dança, pintura, escultura e música, como o batuque, o candomblé, o sahirê, o samba, o gingado da capoeira e o quase extinto zimba.
04 a 24 - Início das festividades em louvor aos padroeiros - diversas localidades
08 - Dia de N. Sra. Da Conceição - Município de Macapá
13 - Festa de Santa Luzia - Localidade de Maruanum e São Francisco do Piririm
21 - Festa de São Tomé - Município de Mazagão Velho