Governo do Estado ampliará abastecimento de água em Macapá em mais 30 milhões de litros

Capacidade de armazenamento de água deve sair dos atuais 4 milhões de litros para 30 milhões em Macapá (Foto: Jorge Júnior)

Capacidade de armazenamento de água deve sair dos atuais 4 milhões de litros para 30 milhões em Macapá (Foto: Jorge Júnior)

O diretor-presidente da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa), Ruy Smith Neves, acompanhado de equipe técnica, visita esta semana um conjunto de obras que estão em pleno andamento. E uma vez concluídas, irão melhorar significativamente o abastecimento de água em Macapá. A primeira obra visitada por Smith foi o reservatório, que está sendo construído no bairro Infraero I, às margens da rodovia Tancredo Neves.

Com capacidade de armazenar 10 milhões de litros do líquido, o reservatório irá atender todos os bairros da zona Norte de Macapá. Antes da obra, existia apenas uma caixa d\'água abandonada no local, que também será colocada em funcionamento.

A estação de captação de água bruta, no bairro Santa Inês, também passa por mudanças, quando ganha aumento da capacidade e novos equipamentos. \"Não temos uma captação de água do rio Amazonas suficiente para atender a população de Macapá. É uma única captação, pequena, com três bombas funcionando e qualquer problema em uma dessas bombas acarreta prejuízo imediato no fornecimento. Estamos fazendo uma nova captação, duplicando essa capacidade\", informa o presidente da Caesa, adiantando ainda que essa obra deve iniciar na segunda quinzena de novembro.

Na Estação de Tratamento, localizada na divisa dos bairros Trem e Beirol, o presidente da companhia mostrou que outra grande preocupação da atual gestão é ampliar também a capacidade de armazenamento de água. \"O sistema de reservação de uma cidade é considerado o pulmão do sistema de distribuição de água, pois permite que se guarde o produto no período de menor consumo para ser usado nos horários de maior consumo. Como Macapá não tem esse sistema minimamente adequado, ainda sofre com intermitência de água e interrupção nos horários de pico\", analisa Ruy Smith.

Com as obras, essa capacidade de armazenamento de água deve sair dos atuais 4 milhões de litros para 30 milhões. Além dos 10 milhões de litros do reservatório da zona Norte, serão mais 20 milhões de litros na estação do Beirol.

Outra meta é aumentar a quantidade do tratamento de água. \"Ainda não tratamos o produto o suficiente para atender toda a população. Mesmo que aumentemos a captação, precisamos aumentar também a capacidade de tratamento, o que já estamos providenciando\", reitera, se referindo à nova estação de tratamento, que deverá aumentar essa capacidade em 50%.

\"Essa captação, tratamento e reservação de água precisam chegar à casa do cidadão, e só chega por meio das adutoras\", argumenta Ruy. O presidente da Caesa faz alusão às novas adutoras, já instaladas em vários pontos de Macapá, como na zona Norte, já em pleno funcionamento, bairros Santa Rita, Zerão e Renascer.

Os investimentos na melhoria do abastecimento de água de Macapá somam na casa dos R$ 90 milhões, entre recursos do BNDES e do PAC, e fazem parte do PROAMAPÁ Saneamento.

Gabriel Penha/Seafro
Assessor de Comunicação Social
Secretaria de Estado da Comunicação Social

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